a tristeza vem quando a presença se dilui...
Florbela Melhorado
quinta-feira, 26 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Vou...
Vou de alma rasgada
contra o nevoeiro,
Não quero saber
o que pode esconder!
As gaivotas gritam
e avisam....
Querem saber
se vou enganada...
Não,
Não vou!
Se o vosso piar
me acompanhar
as brumas vamos revelar
e a alma graçar!
quero a alma partilhar
vê-la com o nevoeiro misturar
nesse mundo húmido e cinzento
tão sonoro como o piar das gaivotas!
Vou....
Florbela Melhorado
Vou de alma rasgada
contra o nevoeiro,
Não quero saber
o que pode esconder!
As gaivotas gritam
e avisam....
Querem saber
se vou enganada...
Não,
Não vou!
Se o vosso piar
me acompanhar
as brumas vamos revelar
e a alma graçar!
quero a alma partilhar
vê-la com o nevoeiro misturar
nesse mundo húmido e cinzento
tão sonoro como o piar das gaivotas!
Vou....
Florbela Melhorado
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Mirror, mirror on the wall

Some friends old age...
Funny how life is
I remember looking at his face,
and see life transbording from his eyes,
when he was defying death and darkness to appear
know time and time as passed
life, hope and dreams come from his mouth surprisingly vivid
but his eyes only show the clouds of darkness and sorrow....
eyes are the true mirror on the wall...
sábado, 1 de outubro de 2011
Outono
Detesto o outono,mas não há como negar a beleza das cores,
é como uma tremenda nostalgia
do brilho do verão e da explosão de luz
é a morte do sol à escala das folhas,
uma super nova,
uma tremenda explosão de cor e luz,
a tentativa derradeira de brilhar,
de escapar à morte,
mas que não deixa de ser uma morte,
ou a senescência para o fim...
o fim das folhas....
o fim do verão,
o fim da luz...
é por isso que detesto o Outono,
e o escarlate, transporta sempre
um fundo artístico de tristeza!
terça-feira, 31 de maio de 2011
E por vezes o mar...


E por vezes...
o mar ...
encontra alguém
de olhos tristes
cuja água que vertem,
quer voltar
ao mar!
O mar então cria corpo
torna-se viscoso e sólido!
as ondas escurecem tornam-se cinzentas,
como os pensamentos,
tristes das lágrimas que voltaram
ao mar!
São depois transportados na corrente,
onde se diluem
o mar volta a ser líquido,
o cinzento, azul!
E aos olhos volta o brilho
sereno da tranquilidade,
e talvez mesmo a alegria!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
raio laser

Fui fulminada por um raio,
mas em vez de receber energia,
abriu-se um buraco na minha alma
e percebi
porque choram as crianças
quando caiem!
doi-lhes o corpo,
mas ainda mais a alma!!!
à pergunta se o nosso corpo é o nosso templo?
definitivamente SIM!!
E depois de um buraco feito por um raio,
preciso do pó de borboletas
para colmatar de novo a minha alma!
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